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Coisas que me enjoam


Eu sou uma pessoa esquisita
Eu nunca estou satisfeita com nada
Eu sempre tenho coisas a resolver
E essas coisas não me deixam dormir
Eu penso demais nos problemas
E eu penso em soluções
E eu sou impaciente demais
E eu quero tudo pra ontem
E eu odeio depender dos outros
E eu quero resolver tudo sozinha
E eu detesto não ter a liberdade
A liberdade que eu queria
E isso tudo é uma grande mentira
E eles todos são egoístas
E eu sou egoísta também
E estou estou sempre cansada
Mentalmente, psicologicamente, sentimentalmente cansada
E não consigo dormir cedo
E não consigo acordar tarde
E não durmo
E quero tudo, quero logo, quero agora, quero pra ontem
Às vezes quando você sacode sua mão na frente da sua face
Ela parece em câmera lenta
E eu estou cheia da vida de adulta
E eu estou cheia de obrigações
E quando eu acho que eu consegui alguma coisa
E eu vejo essa coisa escorrer por entre meus dedos
E você não me conhece
E não me julgue se não me conhece
E um zilhão de pessoas chatas, implicantes, vulgares, egoístas, vis e más
E me deixa em paz aqui dentro
Me deixa em paz, me deixa em paz
E se eu não quero conversar contigo, eu não converso
E um milhão de admiradores mudos, surdos e cegos
E eu sou uma admiradora muda, suda e cega
E eu nunca mais vou amar ninguém

~ ~ ~

Comendo: Miojo, sempre
Bebendo: Queria que fosse cerveja, mas é groselha
Ouvindo: Chandelier - Sia
Vendo: Queen's Blade e Symphogear
Lendo: Sketch, Fluttering Feelings, Tamen de Gushi e Citrus
Jogando: Aura Kingdom, Diablo 3 Reaper of Souls e BiteFight (aark)
Sentindo: Sono, tédio e saco cheio de tudo e todos

Me tire daqui de dentro.

Yuri-Ism


Para mangás, animes, filmes, séries, fanfics, fanarts, vídeos... tudo de conteúdo lésbico (yuri), visitem meu novo blog: YURI-ISM (só clicar no nome ou na imagem)!

TAÍ!

OBS: Lançarei o mangá de Aoi Hana traduzido por lá, então quem quiser, só ver...

Uma breve história de toda uma vida


Estou deitada numa cama branca.
Olho ao redor.
As paredes são brancas, o teto é branco e o chão é branco.
Não há janelas.
Há apenas uma porta.
Onde estou?

Levanto.
Surge um espelho na parede.
Eu nunca o vi ali.
Da onde surgiu?

Me olho no espelho.
Me enxergo.
Minha pele é pálida.
Meus cabelos são negros.
Meus olhos são azuis.
Sou magra.
Uso vestes de hospital brancas.
Mais nada.

Minha cabeça está rodopiando.
Meus olhos estão doendo.
Minha boca está amarga.
Minha respiração descompassada.
Estou nervosa e calma, ao mesmo tempo.

A porta se abre.
Vejo alguém entrar.
Alguém que eu não conheço.
É um homem.

Ele tem vestes negras.
Como um sobre-tudo.
Seus olhos são negros também.
Assim como seus cabelos.
Tudo nele é negro.
Eu não o conheço.

Ele me abre um sorriso.
Pisca os olhos.
Estende a mão.
Eu nada faço.
Ele vai embora.

A porta permanece aberta.
Eu caminho lentamente.
Meus pés estão fracos.
Passo, enfim, por ela.

Do lado de fora há um corredor.
Um corredor branco.
Exatamente como o quarto.
E também não há janelas.
Apenas outra porta.
Ela também está aberta.

Não consigo enxergar através dela.
Começo a andar.
Mas não termina aí.

Cacos vidro espalhados pelo chão surgem.
Eles nunca estiveram ali antes.
Continuo a andar.
Ignorando-os por completo.

Piso nos pontiagudos, duros e afiados.
Sinto cravando nos meus dedos.
Sinto cravando em meus pés, profundamente.

Dói.
Dói muito.
Dói como o inferno.
Dói como nunca doeu antes.
Porque eu nunca existi antes.
Mas eu continuo a caminhar.
Quero alcançar a outra porta.

Continuo pisando nos cacos.
Eles vão ferindo a minha alma.
O corredor está vermelho.
O branco foi embora.

Enfim, chego do outro lado.
O que me espera é inimaginável.
Um grande palco de um espetáculo.

O palco é feito de madeira.
As cortinas são rosadas.
E as pessoas já estão ali.
Estão todas prontas para assistir.

Elas sorriem e batem palmas.
Gritam e urram de animação.
Algumas vaiam sem motivo.
O espetáculo do terror.

Eu continuo caminhando.
Andando para o centro daquilo.
Meus pés ainda estão doendo.
E eles moldam um caminho.
Caminho vermelho, molhado e escorregadio.

No centro do palco há uma cadeira.
E sobre a cadeira, uma corda.
Ela está amarrada no teto.

Olho seus rostos tão vagos.
Olho seus olhos vazios.
Todos eles estão ali.
Eu posso vê-los, mas não posso sentí-los.
É como enorme sala cheia de nada.
Uma enorme sala vazia.
Vazia e barulhenta.

Eles gritam e urram e começam a pedir.
A pedir para o teatro se iniciar.
É hora do espetáculo, é hora do show.
Eles me escolhem como a atriz principal.

Mesmo com os pés feridos, eu subo.
Me prostro de pé, como bem me queriam.
Olhando por cima para todas as agulhas.
Me olham de volta.
Com pena, terror e sadismo.

Sorrio sem motivo ou assim parece.
Olho pra cima e seus olhos eu vejo.
Tão lentos e calmos a me observar.
Um homem de negro está sobre o camarote.
Ele me enxerga à frente de todos os outros.

Sorrio sem motivo ou assim parece.
Fecho meus olhos.
Faço uma prece e envolto a corda.
Aperta o meu pescoço.
Cerra-me o ar.
E enfim, da cadeira, devo saltar.

Me lanço.
Encenando o último ato.
Sem dor.
Nem piedade.
Nem nada.
Terminando do jeito que comecei.
Seus olhos negros irritam meus olhos azuis pela última vez.
E é o fim dessa história.
Infeliz.

AArK's Journal

Como prometido, fiz um blog pra contar meus dias em 2014, e aqui está:


(Só clicar pra fofocar :P)

Music machine!


Estou aproveitando que eu tou tentando completar minha pasta de música de uma vez por todas, baixando TUUUUUUUUUUDO o que eu conseguir lembrar que eu escuto e gosto, desde discografias compleeetas, até uma músicazinha que eu vi num filme, fiquei louca por e fui atrás caçar! Sim, eu vou baixar tuuuuuuuuuuudo! E estou agora tendo um maaaaaaaaaaar de nostalgias! Hahaha! Sempre bom sacudir o baú e encontrar umas coisinhas escondidas!

ENJOY THE NOISE!!! _\m/

Protesto dia 20 - EU FUI


Ontem, dia 20 de junho, eu participei do protesto. E vou contar a vocês como foi, ao menos, pelos meus olhos.

Inicialmente, no dia, eu não tive aula na faculdade, daí fui levar minha namorada, Hannah, para o trabalho dela. Acabei ficando um pouco mais e ajudando ela e minha irmã a levar materiais pra loja (onde ela trabalha). Ok, daí um amigo meu, Allan, me ligou pra que fôssemos juntos ao protesto. Confirmei com ele, minha irmã me deixou na estação de trem de Madureira. Então, vimos já no trem um monte de gente que claramente ia também ao protesto, apesar de estarmos "atrasados" pelo horário que marcaram inicialmente. Haviam punks, pessoas com dread, pessoas com a cara pintada... Daí, saltamos na central, todos, e nos reunimos a manifestação que já estava rolando. Estávamos na Presidente Vargas e daí fomos seguindo. Meu amigo e eu tiramos umas fotos e gravamos uns vídeos (depois eu posto aqui).

A marcha seguiu numa boa, com a gente gritando dizeres bacanas, os que não eram bacanas, a gente simplesmente ignorava. Well, daí em um determinado momento, surgiram bandeiras de militantes de esquerda e seus partidos esquerdistas. Cara, entenda uma coisa, mesmo querendo, assim como o povo lá, uma manifestação apartidária, achei uma sacanagem os caras tomarem porrada e terem suas bandeiras quebradas. Isso porque, militantes de esquerda já estavam bem antes lutando por causas, muito antes da gente chegar, pra gente simplesmente descer o cacete nos caras e proibi-los de levantar bandeiras. Não é uma democracia? Então, deveriam poder levantar a bandeira que quiserem (contanto que não seja de ódio e preconceito, é claro). Daí depois que eles brigaram entre si, outra coisa babaca, porque enfraquece o movimento, a gente seguiu.

Fomos andando até a Prefeitura. Mas antes, eu e Allan achamos um cartaz gigantesco no chão e EM BRANCO. Ficamos loucos procurando por gente que tivesse uma caneta pra que pudéssemos escrever algo legal. Encontramos um grupo super simpático que nos cedeu canetinhas pretas e verdes. Daí escrevemos bem grande no cartaz "GENTILEZA GERA GENTILEZA, PROTESTO GERA MUDANÇA!" e seguimos assim. Quando chegamos a Prefeitura, lá já estavam os policiais, todos armados, com seus capacetes, alguns com cachorros e alguns à cavalo. Ficamos impressionados. Realmente uma ditadura. É só começar um protesto e os caras surgem, armados até os dentes, como se estivessem combatendo bandidos super armados também. Mas o máximo que tínhamos, até então, eram fogos e vinagre. Eu disse... ATÉ ENTÃO!

Ficamos lá parados, na frente deles, gritando nossos dizeres. Alguns eram ofensivos como "Puta que pariu! A PM é a vergonha do Brasil!", mas nem todo mundo seguiu com isso. Também cantaram "Ei, fardado! Vem pra nosso lado!", falando que eles também eram oprimidos e do povo, e por isso, deviam estar conosco, o que acho super válido. Imagina se a polícia se JUNTA aos manifestantes, ao invés de, a mando dos engravatados, ficarem contra a gente?

Ok, eu estava perto da Prefeitura, mas não tão perto assim, tinha gente na minha frente. E não dava pra ver direito (eu não sou muito alta, ok). Daí, do nada, começou uma briguinha, uma discussão, não sei bem o que era, não dava pra ver, mas não era em massa. Daí, os policiais começaram o gás lacrimogênio. Tacaram bombas na gente e a gente começou a sair correndo. O povo começou a colocar as máscaras, usar camisas no rosto com vinagre e etc. Ardiam nossos olhos, bocas, gargantas e nariz, enquanto gritávamos "Sem correr!" para o tumulto não acabar em tragédia ou coisa do tipo. Eu e Allan, que como um bom nerd, havia levado uma toalha, encharcamos ela de vinagre e começamos a aspirar. De início, o vinagre faz tudo arder mais, mas depois dá um puta alívio mesmo. A gente dispersou de lá, mas a polícia, por algum motivo, ficou seguindo a gente, logo depois, tacando mais e mais bombas. O pessoal se revoltou e começou a tacar molotov ou a depredar as coisas (latões de lixo, por exemplo, que foram tacados pro alto). Enquanto isso, eu e Allan tentávamos uma saída pela esquerda, o lado menos populoso da coisa (e mesmo menos populoso, a gente era empurrado e esmagado pela multidão gigantesca).

Allan parou pra fumar um cigarro (sim, ele é louco, depois de tanta fumaça de lacrimogênio, ele foi fumar), quando ficamos em um lugar mais arejado. E enquanto isso, víamos ainda a trilha pra perto da Prefeitura com fogo e fumaça sem parar. Hannah tentou me ligar um pouco antes (quando a gente tava fugindo de lá), mas eu não consegui atender, no meio da confusão. Saíamos correndo e gritávamos sem parar "Sem violência!", mas a polícia continuava a atacar.

Voltamos a andar, o povo parecia querer ir pra ALERJ, mas eu e Allan resolvemos ir pra casa, porque Hannah estava sem a chave e ia ficar trancada do lado de fora de nossa casa. Então, no caminho, um rapaz estava na nossa frente com uma garrafa de água na mochila, geladinha e cheia. Daí, eu morrendo de sede pedi um gole e ele foi super gente boa e disse que eu podia levar a garrafa toda, porque ele tinha outra. Acho legal isso, as pessoas ficam realmente mais gentis quando estão combatendo uma causa em comum, acho. E não, não tou falando do povo jogando molotov ou da polícia com suas bombas de gás, estou falando do pessoal que tava lá numa boa, fugindo disso tudo.

Continuamos andando, até que em um momento, chegamos a uma banda de músicos que estavam tocando em meio a manifestação. Foi legal, e inclusive, eles pediram pra gente sentar e ficaram sacudindo uma enorme bandeira branca. Depois disso, nos levantamos e seguimos viagem. Eu e Allan estávamos apressados pra ir embora, já que Hannah precisava da chave pra entrar em casa.

Quando chegamos na Central foi que rolou a última confusão (pelo menos pra nós). Havia muita, muita gente e uma tremenda fila pra comprar passagem. Eu e Allan tínhamos Rio Card, então a gente foi direto nas catracas. Passamos e quando estávamos indo para a plataforma Belford Roxo, a gente viu a galera entrar correndo desesperada. Disseram que a PM (ou o batalhão de choque, não entendi direito) tinha cercado a Central e estava jogando spray de pimenta. Daí o povo todo começou a correr desesperado pra dentro das plataformas. A fila enorme pra comprar a passagem tinha se desfeito e virou uma massa de MUITA gente vindo correndo. Um monte de gente entrou pela passagem para deficientes e mais um montão de gente PULOU a catraca, no desespero. E então, entramos no vagão, que logo depois ficou cheio de gente.

Allan ficou meio preocupado dos policiais entrarem lá e tentarem nos tirar a força, inclusive nós, que pagamos a passagem, mas não aconteceu. Pudemos ir embora sem mais problemas. Allan se despediu de mim na estação do Mercadão de Madureira, e eu fiquei em Rocha Miranda mesmo. Chegando a praça, encontrei amigos e pude contar o que aconteceu, tomando uma boa cerveja. Mas daí vi que o repórter na tv estava passando imagens do protesto e pude constatar: Eles só mostravam os atos de vandalismo (se é que não foi simplesmente o troco que o povo deu nos policiais e suas bombas de gás) e mais nada... Fiquei meio chateada com isso, mas fazer o que? Bando de sensacionalistas!

Bom, é isso... O que eu posso concluir no final? Precisamos de uma motivação específica, precisamos lutar por um bem em comum de maneira não dispersa, pra podermos não perder o foco. Sugiro educação ou saúde, que assim como o transporte, são coisas que todo mundo necessita, independente de ideologia política, condição social ou sexualidade. Como todo mundo lutava por uma coisa diferente, ficou meio bagunçado e confuso isso. Os ideais. Então, pra mim, essa é a ideia. Colocar um monte de gente na rua, ótimo. E eu também não sou totalmente contra (como já falei anteriormente) a TODO TIPO de atos de vandalismo, só alguns em específico. Mas o problema é que precisamos nos organizar, não digo, para termos líder, porque isso é bobagem. Mas sim, pra termos uma razão em específico pra estar lutando, que aí sim, vamos exigir que a situação seja resolvida e vamos poder colher os frutos do resultado.

 That's it.

O que ando...

Comendo? CAAAARNE!
Bebendo? Cerveja, claro.
Jogando? No pc, tou virando Lucius, jogando Minecraft e começando Dead Rising 2. No xbox, tou jogando Street Fighter e demos.
Lendo? Haters e Millenium.
Assistindo? Voltei a ver Skins.
Ouvindo? Thursday - Understanding in A Car Crash

Sim, estou out de novo do brógui

Vez ou outra, escrevo num brógui particular, não visitado, como se fosse uma espécie de diário, onde jogo minhas raivas, frustrações, tristezas de uma maneira bem mais explícita que aqui. Ando escrevendo, quando inspiro-me, uma nova história chamada "Valentine". Ando ouvindo meus punks e new metals de sempre. Bebo quando posso e tenho dinheiro, cerveja, claro. Ando mais forte que antes, não curto muito isso, mas tudo bem... Talvez eu fique um tempo sem beber pra ficar fraca de novo. Bohemia começar a dar só sono é uma coisa tensa. Depois da briga fodida que quase acabou com a gente, eu e minha namorada estamos mais sussa uma com a outra, melhor do que nunca, talvez. Talvez o Maurício tenha razão, e exista mesmo uma crise dos 12 meses. Hmmm... Além disso, estou esperando novembro pra prova do ENEM, e estou esperando o começo do mês pra me inscrever na prova da UERJ discursiva, e fazer a prova em dezembro. O ano já está acabando, e isso é bizarro. Daqui a pouco, faz 1 ano que Hannah mora aqui. Estou jogando muito Minecraft, virou um vício, mas é bom... Facebook é uma merda, estou do saco cheio de discutir com gente imbecil que mal sabe escrever direito, quanto mais concatenar ideias. Espero que a inspiração volte, a história estava ficando boa. Não sei com relação ao NAE 3... Não ando boa pra escrever NAE, talvez meu ex-namoro influencie nisso, eu simplesmente acho que a fonte pra história secou, infelizmente. É uma pena mesmo, porque eu queria que todo mundo conhecesse melhor a Benny, personagem que tanto vale a pena. Mas se curtirem a personalidade dela (do pouco que apareceu dela), aguardem "Valentine" que a personalidade é parecida com a da personagem "Arialla". Bom... É isso.

(Ouvindo: Papa Roach - 829)

Meus Planos Pro Futuro Contigo (MPPFC)


Eu pretendo construir meu futuro com você. Eu pretendo fazer minha faculdade de Letras na Universidade Pública, assim como eu sempre desejei. Bacharelado e Licenciatura, pra poder cumprir meus planos pro futuro. Eu desejo que você faça uma faculdade que goste, pode ser Sistemas de Informação ou então Publicidade mesmo. Desejo que você consiga um emprego bom, antes ou depois de se formar. Pretendo conseguir alguma coisa também, só pra ganhar dinheiro e experiência. Eu espero que nós duas tenhamos dinheiro o suficiente pra podermos sair daqui, comprar nosso apartamento num lugar melhor, e poder começar a montar tudo sobre nós a partir do zero. Pretendo estudar mais e passar para algum emprego no ramo público. Espero que você goste do seu trabalho, e que nós duas podemos ter dinheiro o suficiente pra realizarmos nossos desejos: Inclusive de viajar e conhecer o mundo juntas. Desejo que tenhamos grana o suficiente também para abrirmos uma Editora, como eu disse a você que planejo pro meu futuro, aliás, para o nosso. Quero poder escrever e lançar meus livros, mesmo que isso não seja a minha única fonte de renda, porque é o que gosto de fazer, e nós duas prometemos que vamos cumprir o que gostamos de fazer pro nosso futuro. Teremos durante anos nossas duas gatas, nossas companheiras, nossas filhas, ao nosso lado. E quando tivermos dinheiro e trabalhos fixos, poderemos pensar em termos juntas até mesmo filhos. Afinal, você disse que o seu sonho era que passássemos nossos conhecimentos e inteligência para uma criança. Então, no final das contas, isso tudo resumiria bem o que eu espero pro nosso futuro juntas. Há coisas nessa lista que eu poderia nunca desejar. Há coisas nessa lista que eu poderia achar desnecessário antes... Mas com você, tudo isso faz diferença. Você faz isso tudo valer a pena. E me faz desejar mais fortemente fazer todos esses planos pro futuro com você. Espero ainda te ter ao meu lado.

Dor no olho

Estou sem criatividade pra um layout, então, coloquei esse "dor no olho" meio futurista, então, me lembra Cyberpunk, que me lembra Monsters, que me lembra que a Cis-Sith é um tesão:


E obrigada a Kona por ter feito esse lindo desenho! Well, well... O que eu fiz hoje... Vejamos (sim, estou enchendo lingüiça, o blog é meu e eu faço o que quiser com ele, olha: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! Viu?)...

Hoje eu tentei jogar Suikoden e tomei no cu. Hoje tentei jogar o Unicórnio e tomei no cu. Hoje tentei jogar Izuna e tomei no cu. Ou seja, minha sorte no jogo está uma bosta. Veremos no amor...

Er... Acho que estou realmente fodida. Beijos. x*



PS: Ou será que não? =D

Já fiz sexo...

(OBS: E sim, isso tudo foi com mulher)

Com gelo.
Com hidratante.
Com cerveja - sério.
Com chocolate derretido.
Com cobertura de morango e chocolate.
Com aqueles óleos que esquentam.
Com Halls Preta - clássico.
Com vibrador.
Com dildo.
Com dildo E cinta (strap-on).
Na cama.
No chão.
No chuveiro.
Na pia.
Na mesa.
Na cadeira.
No sofá.
No portão da minha casa - EITA!
Na piscina.
Na sauna.
No mar.
No motel.
Na banheira de hidromassagem do motel. <3
Em colchão d'água.
Na virada do ano.
Imitando personagens.
Imitando fetiches.
Com chicote.
Com "cordas".
Com chifre de diabinho - juro.
Durante um dia inteiro.
Com uma pessoa assistindo.
De roupa.
Na rede.
Perto dos meus pais.
Perto dos pais da pessoa.
Com a pessoa estando "naqueles dias" - isso aí, porra!
Bêbada.
Sóbria.
Na casa de outra pessoa.
Na cama de outra pessoa.
Casual.
Com amizade colorida.
Com Ex de amigo meu.

Acho que só - que eu me lembre... :P
Se eu lembrar de mais - ou fazer mais - conto aqui.
E pra quem ficou com vergonhazinha: Enfia o moralismo no cu! 
Passar bem! =D

Be obscene, be be obscene...

Comendo: Cabei de comer arroz, ovo e legumes.
Bebendo: Água mesmo X_X
Ouvindo: Marilyn Manson
Assistindo: Daria
Jogando: Atualmente, nada, mas o Frango está jogando Kung Fu Panda no meu PS2! :P

Yeah babe... Tédio.
Mas estou escrevendo, então, estou feliz! xD

Mais AArK...

A - você gosta de beber
A - você gosta de beber - uHSAUHSA!
R - se apaixona facilmente
K - você é selvagem, como um louco
PS: Faz todo sentido! D:

J - as pessoas te adoram
E - beija muito bem
S - totalmente louco
S - totalmente louco - aushushasa! :x~
I - você é ótimo na cama (D:)
C - você é mesmo bobo (><)
A - você gosta de beber - já entendi! D:

Marcar em NEGRITO o que for verdade

Eu amo dormir.

Eu já assisti a filmes pornôs.

Eu acredito que a honestidade é a melhor política.

Eu mudei muito mentalmente ao longo do ano passado.

Sou muito, muito inteligente. (E muito, muito modesta! Hauhsuhas! :P)

Eu nunca quebrei qualquer um osso do corpo.

Eu tenho um segredo que eu tenho vergonha de revelar.

Eu amo a chuva.

Eu sou paranóica.

Eu preciso de dinheiro agora.

Eu queria ter um irmão.

Eu menti para um bom amigo nos últimos seis meses.

Normalmente sou pessimista.

Eu tenho oscilações de humor.

Eu acho que a prostituição deve ser legalizada.

Eu sou bipolar.

Eu tenho um talento escondido.

Gosto de falar ao telefone.

Eu praticamente vivo de camiseta e calça jeans.

Eu tenho um telefone celular.

Atualmente tenho uma queda por alguém.

Eu não quero ter filhos no futuro

Eu amo os meus melhores amigos.

Eu assisto Bob Esponja e eu gosto disso.

Eu tive uma queda por alguém que eu nunca conheci.

Eu não toco um instrumento musical.

Eu caio no “desejo” mais do que “amor”.

Eu sou uma pessoa totalmente diferente em torno de pessoas diferentes.

Não importa onde eu estou ou com quem eu estou, eu sempre pareço ser solitário.

Meu coração reside abaixo dos meus pés.

Uma vez eu roubei um chocolate do supermercado.

Eu não tenho a capacidade de tomar decisões sem mudar minha mente.

Eu sou mais analítico sobre a pessoa que eu conheço.

Eu acredito em perda de tempo.

Meu feriado favorito não é Natal.

Eu não sei o que eu faria sem meus amigos.

Eu estou com fome.

Eu menti sobre um dos itens dessa lista.

Eu tenho um problema para expressar as coisas.

Eu sou a pessoa mais necessitada que eu sei sobre a face do planeta.

Eu assisto televisão só quando tem alguém no computador.

Eu sou um pouco louca.

Eu gosto do cheiro de Tic Tacs laranja.

Eu me apaixono muito fácil.

Eu adoro cheirar cola.

Eu sou egoísta.

Estou tão emo, às vezes.

Acho que a raça humana está mal e deve ser demolida.

Eu colei em um teste antes.

Estou farto de drama.

Eu preciso de um emprego digno.

Eu já fingi que estava estudando.

Não sou burra, sou um depósito de informações inúteis.

Já fui fazer prova sem estudar.

Já quis me matar.

Já tive vontade de mandar todo mundo ir pra puta que pariu.

Eu amo ficar apaixonado, mesmo que eu não seja correspondido. É uma sensação tão boa.

Tenho nojo de baratas.

Já pensei em fugir de casa.

Meus conselhos são os piores possiveis.

Já fingi estar doente pra não ir a aula.

Tenho muito medo de ficar no escuro sozinha

. (a dot)


























Não sei em que momento deixei de ser interessante.
Não pros outros...
Pra mim mesma.

Ainda sem net. Mas não por muito tempo, espero...

Hallo a todos (como se alguém lisse isso...)! Estou de volta, ou pelo menos, até minha net retornar! E quero dizer que tive uma ideia... Acho que vou fazer um blog só pra contar minhas peripécias bêbadas, que tal? Hmnmm... Não que eu acho também que alguém vá ler, mas... Whatever! :P

*BLABLABLÁS DESNECESSÁRIOS PRA SI MESMA*

Amnésia Alcoólica

Quando eu tinha 14 anos, eu comecei a beber. Eu saía pra Praça de Rocha Miranda com amigos, ou pseudo-amigos, e a gente comprava, numa sorveteria, um galão de vinho. Sim, eu comecei a beber vinho ruim. Parecia uma mistura de álcool etílico com Tang de uva.

E eu fiquei bebendo aquela mistura horrorosa de vinho, e inclusive, tive um porre destruidor uma vez, com direito a desmaiar no supermercado e ser levada de carro pela Coordenadora da escola. E depois disso, eu nunca mais pus a boca numa garrafa de vinho. Nojo e enjôo é o que sinto... Um tremendo trauma. "Porre de vinho é o pior", dizem. E eu acredito neles.

Com 16 e 17, eu matava aula com amigos, e ia pra trás do Shopping, fazer uma chamada "Tomba" de 2 litros. Comprávamos refrigerante barato e uma "granada" de cachaça, geralmente, de marca fudida. Tipo "Corote" ou "29". Dava 3 reais, portanto, fazíamos, às vezes, quando juntávamos trocados, duas de uma vez. E dividíamos pra quatro pessoas. E isso era todos os dias...

Nos dias que não matávamos aula, íamos beber depois da aula. Ou no estacionamento do Shopping, ou numa praça que havia onde eu estudava.

Tomba era uma coisa que batia forte, mas que depois descia feito água. A ideia era que o refrigerante destruisse o gosto "bom" da cachaça, e disfarçasse, pra que a gente nem sentisse que tava tomando. Mas a Tomba que a gente fazia era tão forte, e o cheiro era tão sinistro, que não fazia o menor sentido... Era como se tomássemos a cachaça pura!

E dos 14 aos 17, eu ainda ia em shows de rock. Via bandas barulhentas, mas quase nunca lembrava de nada... Nem das bandas que tocavam, nem das garotas com que eu saía. E saía com muitas... Bebíamos de tudo... Vinho barato, Tomba, doses de Vodca. Nessa época, eu era bem resistente. Do tipo que bebia cachaça pura e ficava sóbria... Ainda sou resistente, mas não tanto.

Depois de tanto desmaiar, vomitar e ter amnésia alcoólica (coisa que meus amigos consideravam menos pior, porque eu ficava reclamona, respondona e xingando Deus e o mundo, mas eles já estavam acostumados... Me xingavam e não levavam a sério o que eu dizia, porque eu não tava "dentro de mim"!)... Resolvi que não queria aquilo pra mim (vamos dizer que eu "cresci")... Passei a beber só cerveja que não me deixava doidona o suficiente pra fazer merda.

Mas depois de uns 2 engradados de LATA... Eu começo a ficar alta. Só que alta do tipo "alegre", apenas... Eu sou bem resistente pra cerveja. Só não posso misturar... Mas comecei a evitar bebidas quentes... Principalmente, Tomba, que é uma coisa que engana bem (no começo da garrafa, você tá ótimo, no final, você tá podre).

Primeira questão básica:

1. Por que eu gosto de beber?

Diz-se que pessoas inteligentes são mais infelizes. Você já leu a tradução daquela música do Nirvana "Dumb"? Eu acho brilhante, ele diz assim:

Idiota

Não sou como eles
Mas posso fingir
O sol se pôs
Mas tenho uma luz
O dia acabou
Mas estou me divertindo
Acho que sou um bobão
Ou talvez apenas alegre
Acho que sou apenas alegre
Acho que sou apenas alegre
Acho que sou apenas alegre

Meu coração está partido
Mas tenho um pouco de cola
Ajude-me a inalar
E consertá-lo com você
Vamos flutuar por aí
E passar algum tempo nas nuvens
Depois vamos descer
E ter uma ressaca
Ter uma ressaca
Ter uma ressaca
Ter uma ressaca

Queimar no sol
Cair no sono
Desejar estar longe
A alma é barata
Lição aprendida
Deseje-me sorte
Alívio da queimadura
Me acorde

Não sou como eles
Mas posso fingir
O sol se pôs
Mas tenho uma luz
O dia acabou
Mas estou me divertindo
Acho que sou um bobão
Ou talvez apenas alegre
Acho que sou apenas alegre
Acho que sou apenas alegre
Acho que sou apenas alegre

Acho que sou um bobão
Acho que sou um bobão
Acho que sou um bobão
Acho que sou um bobão
Acho que sou um bobão
Acho que sou um bobão
Acho que sou um bobão
Acho que sou um bobão
Acho que sou um bobão
Acho que sou um bobão
Acho que sou um bobão
Acho que sou um bobão

A questão é... Se você pensar demais na sua vida, nas suas condições, no seu futuro, nas filosofias das coisas... Você acaba se deprimindo. Porque tudo parece estar indo de mal a pior. As coisas nunca são como você quer e você nunca tem o que você deseja. Sua vida nunca parece estar totalmente desembocando pros seus objetivos como você espera...

Mas ficar deprimido não é a saída. Mas é basicamente o que acontece quando você começa a pensar em tudo... Ou seja... Pra não ficar deprimido você faz o quê?

Escapismo.

Bebida sempre foi minha válvula de escape, desde os 14. Notas baixas, a não-presença do meu pai, as brigas com a minha mãe, minha sexualidade "reprimida", amores platônicos dolorosos... Coisas de adolescente. Quando eu bebia eu esquecia da pessoa ruim que eu era, da pessoa ruim que os outros eram comigo, da vida ruim que eu tinha por alguns minutos...

E depois...

Sem muitas chances no vestibular, notar mais baixas ainda, reclamações de parentes, trabalho "semi-forçado", sem dinheiro pra nada, sem pespectiva de namoro algum, ainda sem compreensão para com a minha sexualidade... A vida adulta é ainda mais dura do que a realidade adolescente.

E até hoje eu bebo. Se eu ficar sem beber, durante uma semana... Eu fico doida. JURO! Eu já tentei... Fico de TPM, praticamente, fora de época. Irritada. Chuto tudo. Xingo tudo e todos, e perco a paciência pra qualquer coisa... Beber é a minha sessão do descarrego. Não devia ser, eu sei. Mas é!

2. Você bebe pra ficar bêbada?

Não... Ficar "alegre" já está bom. Já me alivia, e eu fico consciente e sei o que tou fazendo e dizendo... Ficar bêbada, me faz perder o controle das coisas, fazer merda e não lembrar de nada. Bebo apenas cerveja agora (salvo à raríssimas exceções), pra não acontecer isso.

3. Qual é a diferença -verdadeira- entre ficar alegre e bêbada?

Costumo dizer que existem "estágios de bebida". E comigo funciona assim... Se eu bebo pouco, ou pouquíssimo, entro no primeiro estágio...
1. Sono
E se eu continuo bebendo, geralmente, nem sinto esse primeiro estágio, e passo pro segundo... Mas é difícil, porque a quantidade de bebida, ou o nível alcoólico da mesma, tem que ser p***!
2. Alegre
Esse segundo estágio, às vezes, vira o primeiro, dependendo da bebida ou da quantidade dela. A alegria me permite ficar "altinha", sem tantas alterações. Do tipo... Sentir que estou flutuando, sentir a "leveza das coisas", sentir "nenhuma pressão" no cérebro, em sentido de obrigações (e isso é uma delícia e um puta alívio)... Mas ter consciência do que faço e como ajo. Mas ter um pouco mais de confiança pra lidar com tudo!
3. Bêbada
Esse estágio é o tal que eu tento NÃO chegar... As coisas começam a girar, e é a porta pro pior estágio de todos... Aí eu começo a falar coisas que eu nem sei, xingar os outros, e dizer abobrinhas. A maioria das vezes, eu nem lembro o que vem depois... Só sei que, chegar nesse estágio é perigoso, porque o que tiver álcool (tirando produtos de limpeza e perfumes! :P), eu tou bebendo... O que signfica que ir pro fundo do poço é certo!
PS: Falar abobrinhas inclui dizer que, toda as garotas que eu como, eu faço gozar pelo menos 10 vezes por sexo... Ou dizer que eu pegava mais de 20 garotas quando ia pra eventos de rock, em uma noite... Ou dar em cima de qualquer garota "simpática" que tiver no mesmo local que eu... E por aí vai...
4. Fundo do Poço
Vômitos, desmaios (seja de sono ou não), micões, entre outras atitudes, que eu COM CERTEZA, não vou lembrar... Porque, graças a Rei Ayanami, minha amnésia é mais!

Bom... Beber é bom, mas é arriscado. E supostamente, pra sociedade, não é bom. Eu acho que eu estou bem mais consciente do que eu estava quando era mais jovem. Bebendo menos, fazendo menos merda, dando menos trabalho pros outros, e mostrando que eu tenho um pouco mais de responsabilidade (ou muita!), do que eu tinha...

E beber me inspira a escrever também. S2

Por que escrever?

Eu não sei se eu já falei, mas... Eu escrevo histórias desde meus 5 anos de idade. Mas é claro... Minhas histórias naquelas épocas eram garranchões com desenhos esquisitos, falando sobre monstros e animais, e coisas bem comuns numa mente infantil. Mas desde aquela época, eu costumava escrever. Eu tenho umas três bolsas de viagem cheias de papel e cadernos, que eu sempre acabava com todas as folhas, só com ideias e desenhos meus, desde essa idade. Minha mãe, na época, chamava de entulho, e mandava eu jogar aquilo fora, porque era acúmulo de poeira e etc... Mas eu acho interessante ver como a minha mente evoluiu, desde aquela época.

Então, como deu pra ver, eu escrevo desde que aprendi a escrever! Porque, a escrita pra mim, não é só um hobby mais... Virou uma compulsão! Posso dizer que desde os 9 anos, eu escrevo todos os dias, sem parar! Não há um dia em que eu não escreva algo! A diferença é que, até meus 12-14 anos, eu ainda preenchia cadernos e acumulava poeira, hoje em dia, escrevo em blocos de notas, blogs, twitter, wordpads, docs, fóruns, portais, sites... Até no meu corpo, se você deixar, eu estou escrevendo! Sim, eu sou realmente compulsiva por escrever, e acho que isso é uma das minhas defesas naturais contra a "psychic death"... Eu escrevo, e bebo, e toco, e berro (canto), e rabisco (desenho)... E essas coisas são meus escapismos. É o que me faz fugir da realidade e me sentir melhor.

Eu sempre fui muito diferente de muita gente... Pelo simples fato de que eu amava escrever, e amava redação, literatura e português, e amava passar minhas ideias pro papel... E de tanta prática, acho que fiquei razoavelmente boa nisso. A questão é... Se eu sempre escrevi, quando que eu comecei a escrever Yuri?

Foi aos 14 anos, quando eu namorava um garoto (Sim, eu namorei um. Aliás, namorei dois. Mas apenas um soou realmente como namoro... Mas isso é OUTRA HISTÓRIA!). Eu fingia que era homofóbica, só pra não me aceitar sexualmente, e ele dizia que amava lésbicas (ele era fã de TaTu). Então, em uma viagem, em uma rede, numa casa de praia, ele me pediu pra usar minha criatividade fdp e criar uma historinha de sapas pra ele. Só que eu ainda fiz beicinho e disse que tinha nojinho de lésbicas... Mas ele insistiu, e como eu não tava com a menor vontade, né? Criei com gosto... E assim nasceu ABSOL, minha primeira história yuri. ^_^

Sim, ela não tinha sido escrita nem nada, foi simplesmente narrada, depois que eu a passei pro PC, e a publiquei em fóruns de yuri. Aliás, minha verdadeira entrada no mundo do yuri, foi depois disso... Foi quando eu comecei a caçar fics yuris e achei, tipo assim, MUITO POUCAS! Coisas como Sakura x Tomoyo ou Haruka x Michiru, eram o mais comum na época... Mas ainda sim, era muito escasso! E fics yuris originais, então!? Impossíveis! E por isso, meio revoltada, comecei a escrever, eu mesma, minhas próprias histórias originais! E isso foi por volta dos 14-15 anos também...

E hoje, já fazem 6-7 anos que isso começou... Sim, eu tenho 21. (:P) E escrevo histórias originais, a maioria delas, yuri, desde então. Mesmo que hoje em dia exista um cenário maior disso, ainda sim, não é o estilo mais valorizado ainda, infelizmente... Ainda tem gente que vira pra mim e questiona: "Por que você não escreve fics héteros!?". Hmmm... Dava pra eu fazer mesma pergunta pra tais pessoas: "E por que você não escreve yuri!?". E elas me responderiam: "Porque eu sou hétero, e gosto de ler histórias héteros, então, pq vou escrever yuri?". Aí eu diria a elas: "Então... Eu sou lésbica, gosto de ler histórias lésbicas, então pq vou escrever algo hétero?".

Que o cenário do yuri original se expanda mais e mais... E que encontremos mais e mais boas escritoras (ou escritorEs, por que não? O Elfman é homem, e escreveu a "obra-prima" da fic original yuri: Lesbian Pulp!) por aí... Que não estão afim só de fazer sucesso, mas também de alimentar seus hobbies, seus gostos, escrever porque amam isso... E não, porque querem alguma coisa em troca.

Tired of everything...

Bom, vamos falar de coisas boas, vamos falar da viagem... Meu carnaval foi ótimo! Viajei para a Garatucaia - Angra dos Reis. Foram com a gente (Eu e Natsu): Minha irmã, meu cunhado-chato (mas ele ao menos não me encheu o saco tanto assim, então foi razoável! xP~), Kely, Andrea, Renatinha (Depois eu conto o causo do lençol xP~), Cíntia, Gisele e Leo. E além disso, tinha o pessoal da "casa ao lado", minhas duas amigas de infância: Memx e Flot. E o namorado da Memx, Gustavo, que é um rapaz legal. Vejamos, vou fazer uma listinha do que fiz:

- Fui a cachoeira
- Fui a praia
- Fiquei igual um camarão xP~
- Comi cachorro-quente
- Comi x-tudo
- Comi macarrão ao molho branco
- Comi muuuuuito churrasco
- Dei uns rolés por lá, pra ir pra sorveteria e talz...
- Quase escorreguei e "morri" numa subida íngreme de barro, indo pra cachoeira
- Jogamos desconfio e tapão (com cartas, claro xP~)
- Jogamos mímica (que diga-se de passagem, me estressou um bocado)
- Jogamos o jogo do S e C
- Jogamos vídeogame (no pc do paulo): KoF, Garou, SNK vs CAPCOM...
- Joguei RPG
- Tivemos um baile de fantasia (onde me vesti de morte)
- Bebi cerva pacas...

E mais outras várias coisas... Agora sim, contarei o causo do lençol. Foi o seguinte... Renatinha, como pessoa legal que é, me deixou ficar sentada na cama dela, conversando com a Natsu. Só que... Eu estava passando caladril (rosa) no corpo, por causa das queimaduras. E então, caiu caladril em seu lençol branco, manchando-o... Claro que eu fiquei doida! Tentei limpar com uma camisa branca molhada minha, e nem tchum! A mancha só ficou pior, espalhou mais! Então, pra disfarçar, eu coloquei "alegremente" talco em tudo!!! xP~ No final das contas, tive que contar pra Renatinha o que havia feito! u.u" Sorte que ela é uma pessoa legal e não ligou tanto assim - além de rir pra cacete, enquanto eu contava esse causo todo pra ela! xP~

Bom, é isso... Espero que os restos dos meus dias sejam tranks como meu carnaval (apesar de que não estão sendo, já xP~)!

PS: Odeio cachorros lambões que cagam tudo, pulam em cima da gente e ainda destroem tênis alheios! xP~


(Estou ouvindo: Linkin Park - Hit The Floor)

Zig-zig

Zig é o nome que uma Rua de Madureira ganha às quartas-feiras. Isso porque tem uma festa de rua nesse dia, em TODAS as semanas do mês... A festa era mais pra homossexuais, mas ultimamente tem sido aberta a todos que vão, independente da orientação sexual. Ontem, eu e o dum-dum fomos a Zig. Isso depois dele ter tomado 2 ices - e ter conseguido ficar bêbado SÓ com isso O.o - e d'eu ter tomado uma porrada de cervejas (misturei a porra toda: skol beats, antártica, heineken, caracu...)! Então, eu fiquei razoavelmente alegrinha! Lá o dum foi chamado de hétero 390483094804398 vezes, a mina quis sair com ele, mas ele acabou mesmo saindo com um cara, eu fiquei falando das minhas teorias - completamente bêbada - sobre Deus, orgasmos lésbicos, protesto e várias outras coisas... Então, foi uma tremenda loucura! xP~ Esqueci de boa parte das coisas que aconteceram - depois o dum contou que eu tentei pixar um muro e o cara brigou comigo, que eu paguei 1 real pra mijar num buraco, que derramei caracu na minha camisa do Exploited... Essas coisas bonitas que a gente basicamente não se lembra - e entende bem o motivo disso! xP~ Bom, é isso...

PS: Sexta tou indo pra Bangu e sábado vou viajar com a Natsuki, com o dum-dum, com a Kely, a maninha, meu cunhado-bocó e etc... Vou ver Maemo - minhas amigas de infância - lá também, e o "Quarteto Fantástico" irá se juntar de novo - eu, dum, maemo! xP~ Cervejas pra todos! o/


Just Like You
Three Days Grace


Eu poderia ser mesquinho
Eu poderia ser furioso
Você sabe que eu poderia ser justamente como você

Eu poderia ser falso
Eu poderia ser estúpido
Você sabe que eu poderia ser justamente como você

Você pensou que estava ao meu lado
Você só estava no meu caminho
Você está errada se você pensa que eu serei justamente como você

Você pensou que estava me guiando
Você só estava no meu caminho
Você está errada se pensa que eu serei justamente como você

Eu poderia ser frio
Eu poderia ser cruel
Você sabe que eu poderia ser justamente como você

Eu poderia ser fraco
Eu poderia ser insensível
Você sabe que eu poderia ser justamente como você

Você pensou que estava ao meu lado
Você só estava no meu caminho
Você está errada se pensa que eu serei justamente como você

Você pensou que estava me guiando
Você só estava no meu caminho
Você está errada se pensa que eu serei justamente como você

Por minha conta, porque eu não aguento viver com você

Estou sozinho, assim não vou me tornar no que você quer

Você pensou que estava ao meu lado
Você só estava no meu caminho
Você está errada se pensa que eu serei justamente como você

Você pensou que estava me guiando
Você só estava no meu caminho
Você está errada se pensa que eu serei justamente como você

Eu poderia ser mesquinho
Eu poderia ser furioso
Você sabe que eu poderia ser justamente como você


(Estou ouvindo: Mudvayne - Determined) - Museeequeeenha aqui do playlist! BD